domingo, 7 de fevereiro de 2016


SAUDADES DE UM TEMPO BOM THRELLER PAQUITAS 80AÇÃO MATUTINO SHOW VM



                                                                                                                                                     



quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

TABELA PERIÓDICA ATUALIZADA.

http://mashable.com/2013/08/28/element-115-confirmed/#ZFgmt5h5HiqT

NOVOS ELEMENTOS

Ununpêntio

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O ununpêntio ou unumpêntio (nome provísório atribuído pela IUPAC), "elemento 115" ou eka-bismuto é um elemento químico sintético, de símbolo temporário Uup e número atômico115[1] .
É um elemento transurânico, radioativo, provavelmente metálico e sólido cuja descoberta foi anunciada por cientistas russos e norte-americanos no início de 2004.[2] Em setembro de 2013pesquisadores suecos da Universidade de Lund também conseguiram criar o mesmo elemento, ratificando assim a descoberta de 2004. [3] Em 2015, a IUPAC e a IUPAP confirmaram descoberta dos elementos unúntrio, ununpêntio, ununséptio e ununóctio.[4].

História[editar | editar código-fonte]

Em 1 de fevereiro de 2004, a síntese dos elementos unúntrio e ununpêntio foi relatada por uma equipe composta de cientistas russos na Universidade de Dubna do "Joint Institute for Nuclear Research", e por cientistas norte-americanos do "Lawrence Livermore National Laboratory". A descoberta do elemento foi confirmada dia 28/08/2013.
A equipe relatou que bombardeou amerício (número atômico 95) com cálcio (número atômico 20) para produzir quatro átomos de ununpêntio. Estes átomos , segundo o relato, deteriou em átomos de unúntrio (113) numa fração segundo. O unúntrio produzido estabilizou durante 1,2 segundos antes de decair em elementos naturais.
"Ununpêntio" é um nome sistemático, temporário, adotado pela IUPAC.[5]
Confirmação
Segundo o site, http://mashable.com/2013/08/28/element-115-confirmed/#ZFgmt5h5HiqT
cientistas dizem ter criado um punhado de átomos do elemento 115 indescritível, que ocupa um canto misterioso da tabela periódica.
O elemento super-pesado ainda tem de ser oficialmente nomeado, mas é chamado temporariamente "ununpentium" (Ununpêntio em português), aproximadamente baseada nas palavras latinas e gregas para os dígitos de seu número atômico, 115.
O número atômico é o número de prótons do átomo de um elemento. O elemento mais pesado comumente encontrado na natureza é o urânio, que tem 92 prótons, mas os cientistas podem carregar ainda mais prótons em um núcleo atômico e fazer elementos mais pesados, através de reações de fusão nuclear.
Em experimentos em Dubna, na Rússia, cerca de 10 anos atrás, os pesquisadores relataram que eles criaram átomos com 115 prótons. Suas medidas já foram confirmadas em experimentos no Centro Helmholtz GSI para Ion Research pesado na Alemanha.
Para tornar o Ununpêntio no novo estudo, um grupo de investigadores disparou um feixe ultrarrápido de cálcio (que tem 20 prótons) a uma película fina de Amerício, o elemento com 95 prótons. Quando estes núcleos atômicos colidiram, alguns fundiram para criar átomos de curta duração com 115 prótons.
"Nós observamos 30 em nossas três semana de experiência", disse em um e-mail o pesquisador Dirk Rudolph, um professor de física atômica na Universidade de Lund, na Suécia. Rudolph acrescentou que a equipe russa havia detectado 37 átomos do elemento 115 em suas experiências anteriores.
"Os resultados são em geral compatíveis", disse Rudolph.
ENSINAR E APRENDER 

QUIMICAR REAGIR E ACONTECER 
QUER SEJA NA ATOMÍSTICA
SOLUÇÕES-TERMO OU ELETRO OU CINÉTICA 
QUÍMICAMENTE E RENOVANDO A ORGÂNICA 
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DE VIDA INTELIGENTE ...




segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

DICA PARA 2016...

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domingo, 3 de janeiro de 2016

INICIANDO 2016...

PRA DESCONTRIR

CARBONO...O - 

O CARBONO FAZ FAZ
4 LIGAÇÕES( 4X)

DUPLA, DUPLA
SIMPLES, SIMPLES

DUAS DUPLAS(8X)

LIGAÇÕES CHONS

PRA SE LIGAR
E FORMAR...


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

 TURMA 211  E.E.B.Francisco de Paula Seara Jogo Caminho para o céu _ CINÉTICA QUÍMICA- STEFANY BATISTA, THALIA DAMARIS, RAFAELA, STEFANNY MARIA, RAPHAEL-GUSTAVO BECKER

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

VÍDEOS DE REAÇÕES  ORGÂNICAS.



https://www.youtube.com/watch?v=ycxnVQhm584


https://www.youtube.com/watch?v=wnt9fFm37hE

quinta-feira, 19 de novembro de 2015



BRUNO BERLANDA
FUNKÍMICA
I
VOU TE MANDANDO UMA RIMA
E TU PODE ACREDITAR 
S(monoclínico) em S(rômbico)
CALCULANDO O DELTA H
REFRÃO
ESSA É A NOSSA RIMA,
É O NOSSO REFRÃO NOVO
SE ERRARMOS NOSSA CONTA
CALCULO TUDO DE NOVO.
II
CALCULANDO AS REAÇÕES,
INICIAL E FINAL, 
VCS SABEM SEMPRE, 
TEM UMA EQUAÇÃO PRINCIPAL.
III 
ELA SEMPRE TEM QUE ESTAR, MUITO BEM BALANCEADA,
PARA OBTER CORRETAMENTE, ENTÃO EXTRAÍ DAS SECUNDÁRIAS.
IV
AINDA NÃO TERMINEI
EU TO AQUI DE CLERO
SE A RAINHA É NEGATIVA
O REI É EXOTÉRMICO.
V
COM O2 GASOSO E O SO2 GASOSO,
PRA SALA VOU MANDANDO 
ESSA AULA É MANEIRA 
E AQUI TAMO SOMANDO.
VI
NOSSO GRUPO É INTELIGENTE 
PARA AQUI CALCULAR
INVERTENDO E CONSERVANDO
AS SECUNDÁRIAS NA MENTE
VII
NA TERMOQUÍMICA
A LEI DE HESS, APLICANDO
TEM QUE EXTRAIR PARA A PRINCIPAL 
SER DELTA H QUIMICANDO.

sábado, 24 de outubro de 2015

RESOLUÇÃO DA QUESTÃO DE QUÍMICA VERDE - ENEM 2015

ANALISANDO QUESTÃO DO ENEM DE QUÍMICA ORGÃNICA SOBRE ASÍNTESE VERDE DO ÁCIDO ADÍPICO TEMOS AS SEGUINTES CONCLUSÕES DO CRQ ...
Cada profissional tem uma maneira própria de olhar para um determinado tema. Ao “olharem” para a água, os químicos focalizam as suas propriedades como solvente e reagente; os biólogos, por sua vez, se interessam pela contaminação microbiológica, enquanto os geólogos estudam as bacias hidrográficas e os ambientalistas se preocupam com os níveis de poluentes nela presentes. Também os políticos têm sua forma de “olhar” para a água. Discute-se, atualmente, a viabilidade da transposição do Rio São Francisco, num projeto que exemplifica uma preocupação de todo governante, seja municipal ou estadual: garantir o abastecimento de água para toda a população.
Há aproximadamente dez anos, profissionais da Química que atuam na indústria, na pesquisa e também na área de ensino começaram a ter uma visão diferente sobre produtos e processos químicos, de modo a contemplar aspectos que levassem em conta a saúde humana e o meio ambiente. Na verdade, os profissionais da indústria química têm tido tal preocupação há muito mais tempo.
Essa nova maneira de olhar a Química foi denominada “Química Verde” e tem como base 12 princípios como, por exemplo, aqueles que propõem o emprego de processos químicos que requeiram condições brandas de operação (tais como temperaturas e pressões moderadas), com a finalidade de reduzir custos com energia e riscos de acidentes.
Tendo em vista o quadro de diminuição das reservas globais de petróleo, gás natural e carvão, bem como o efeito nocivo dos gases provenientes dessas fontes para o meio ambiente (efeito estufa e chuva ácida), a Química Verde propõe a busca por fontes renováveis, tanto para gerar energia quanto para servir de matéria-prima industrial. Neste último caso, basta lembrar que, hoje, a maioria de produtos, dos plásticos aos fármacos de uso comum, é obtida a partir de derivados do petróleo, uma fonte fóssil não renovável.
Outros aspectos importantes dessa nova visão para realizar processos químicos são: (1) a substituição de solventes tóxicos por outros, como o dióxido de carbono ou a água, em condições supercríticas; (2) o desenvolvimento de métodos analíticos sensíveis e seletivos para o monitoramento de substâncias nos processos de produção, nos organismos vivos e no meio ambiente; (3) os produtos oriundos dos processos devem ser projetados para apresentar alto desempenho e serem recicláveis ou de fácil degradação, a fim de minimizar problemas de descarte e acúmulo de lixo.
Um dos verbos mais usados atualmente, em qualquer atividade, é “economizar”. No caso de uma reação química, é possível introduzir modificações que visam a economizar energia e/ou átomos e aumentar o rendimento e a seletividade de um processo. Para ilustrar alguns desses aspectos no contexto da Química Verde, a síntese do ácido adípico é comentada a seguir. Mais de 2,2 milhões de toneladas dessa substância são produzidos anualmente no mundo devido à sua importância como reagente para a produção de poliuretanas (usadas na fabricação de adesivos, tintas e borrachas), lubrificantes, plastificantes e, principalmente, náilon-6, uma fibra sintética de grande importância no nosso dia-a-dia (usada em carpetes, automóveis, roupas e tapeçaria).

Analisando a síntese convencional do ácido adípico (esquema I), empregada atualmente em vários processos industriais, pode-se identificar os sérios problemas responsáveis pelo “impacto ambiental do náilon”: (1) o reagente ciclohexano é obtido através da hidrogenação (adição de hidrogênio) do benzeno, que é um derivado do petróleo altamente tóxico; (2) o agente oxidante, ácido nítrico concentrado, é corrosivo; (3) o processo envolve altas temperaturas, várias etapas de síntese, uso de diversos catalisadores (substâncias que aceleram uma reação química) e de substâncias tóxicas (como sais de crômio); (4) no final da reação, há emissão de gases poluentes, que causam destruição da camada de ozônio (N2O) e o efeito estufa (CO2 e N2O).

Uma rota alternativa para obtenção do ácido adípico (esquema II) foi proposta pelo grupo de Ryoji Noyori, da Universidade de Nagoya (Japão), em 1998, visando atender a alguns princípios da Química Verde. A síntese alternativa, um método direto e “limpo”, apresenta vantagens tais como: (1) menor gasto de energia com o uso de temperatura moderada; (2) redução do tempo total de reação – uma só etapa; (3) economia de átomos e maior rendimento; (4) uso de pequena quantidade de catalisador e de um agente oxidante menos agressivo; (5) geração de água (subproduto atóxico). Apesar do peróxido de hidrogênio (um líquido viscoso com densidade maior que a da água) ser um oxidante adequado aos princípios da Química Verde, uma vez que seu produto de reação é a água, seu preço no mercado ainda é alto, o que inviabiliza, no momento, a implantação do processo em escala industrial.


Os estudos envolvendo a síntese do ácido adípico não cessam. Há relatos de trabalhos tentando utilizar, como oxidantes, o oxigênio molecular ou o ar (reagente de baixo custo), catalisadores heterogêneos e fontes renováveis de matéria-prima (como o açúcar).
Os princípios da Química Verde pautam-se no bom senso, de modo que vários governos, empresas, pesquisadores e professores já estão mudando o foco e usando lentes verdes em suas atividades e projetos. Mas para que os objetivos sejam atingidos não bastam o conhecimento químico básico e o trabalho de profissionais competentes e criativos. É preciso que haja recursos financeiros para atividades de pesquisa científica e inovação tecnológica, além de incentivos governamentais para empresas, legislação e fiscalização adequadas, educação ambiental e outros requisitos. É possível que, em um futuro próximo, se possa usar uma jaqueta de náilon tecida com fibras oriundas do processo verde.
Os textos e sites sugeridos a seguir tratam mais detalhadamente da Química Verde e abordam casos interessantes de mudanças que vêm ocorrendo em indústrias e universidades que se propuseram a “esverdear” suas atividades:
M. Lancaster, “Green Chemistry: an introductory text”, Royal Society of Chemistry, 2002.
K. Sato, M. Aoki, R. Noyori, A “Green” Route to Adipic Acid: Direct Oxidation of Cyclohexenes with 30 Percent Hydrogen Peroxide, Science, 281 (1998) 1646.
Y. Deng, Z. Ma, K. Wang, J. Chen, Clean synthesis of adipic acid by direct oxidation of cyclohexene with H2O2 over peroxytungstate–organic complex catalysts, Green Chemistry, (1999) 275.
http://www.ufpel.tche.br/iqg/wwverde
http//www.acs.org
Vera R. Leopoldo Constantino e
Denise de Oliveira Silva
Instituto de Química da USP